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terça-feira, 16 de julho de 2013

Picas e Percentis (e mais um susto para a colecção)

Esta semana não tem sido fácil e ainda hoje é terça feira!!

Segunda-feira vacinas, 3 picas grandes e o que ele chorou... ui como custa estar a segurar-lhe as perninhas enquanto a enfermeira lhe faz estas maldades...

Vá lá que não houve febre na reacção às vacinas, só muita rabugice e muito mimo.

Terça-feira pediatra. Ficamos contentes porque estamos com mais de 5kg, quase no percentil 50. Podemos esquecer o susto da perda exagerada de peso dos primeiros dias de vida que nos levou ao hospital aos 5 dias. Na altura estamos no bom caminho também perto do percentil 50 com 47,5.

Agora a cabecita parece que está pequenita, perímetro cefálico ali um bocadinho abaixo do percentil 25. Ora ganhamos mais uma consulta para ir medir a cabecinha daqui a um mês e mais um susto para a mamã.
Mas como diz a Drª, provavelmente, não é nada e só sai ao pai que tem cabeça pequena!

De qualquer forma, vamos estar alertas e ver a evolução. Daqui a um mês haverão mais noticias sobre esta cabecita.

Ora fico para aqui a pensar que isto dos percentis é tramado. Já tinha percebido durante a gravidez que não devemos dar demasiada importância a isto. Afinal são só medidas de desvio padrão à média... mas quando nos dizem que o nosso filho não está se a desenvolver, em algum aspecto, como deveria a conversa muda substancialmente de figura. Lá se vai toda a teoria de que não devemos stressar com isto...

A Drª foi sincera e explicou muito bem que ele pode ter a cabeça pequena ou pode ter os ossos a fecharem cedo demais e até pode precisar de uma operação se assim for. Mas eu voto na cabeça pequena!!! :)

Vamos (tentar) esperar com calma e serenidade até à próxima consulta, até porque ele está a desenvolver-se bem em todos os outros aspectos e não aparenta ter qualquer problema neurológico. A pediatra diz que ficou mais alarmada na primeira consulta com a perda de peso exagerada que ele tinha do que agora, mas eu não consegui evitar de ficar tremendamente preocupada. Afinal, nenhuma mãe quer ver o seu filho num bloco operatório e eu tenho tendência a pensar sempre nos cenários mais negativos. Habituei-me a isso para não criar demasiadas expectativas, mas se calhar no que toca ao meu filho vou ter de começar a ser mais optimista.

Quando me diziam que com um filho são sustos atrás de sustos, não mentiam. É mesmo verdade, passa um vem outro. Vamos lá fazer, então, uma colecção de sustos que mãe sofre..

Vamos esperar mais este susto passar para depois poder dizer que prefiro um filho com cabeça pequena do que um cabeçudo :)

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