De que se fala aqui?

na rua (12) em casa (10) filho (9) mãe (8) no médico (6) comer (5) dormir (4) pai (4) blog (3) blogosfera (3) cocó (3) fashion (3) fraldas (3) maternidade (3) bebé (2) brinquedos (2) calor (2) creche (2) férias (2) lookbook (2) mimo (2) percentis (2) vez dele (2) Kate (1) acessórios (1) ano novo (1) babywearing (1) bimby (1) bolos (1) cabelo (1) crenças (1) desfralde (1) dia do pai (1) diversões (1) familia (1) felicidade (1) foto (1) i support you (1) livro (1) lojas (1) massas (1) na cozinha (1) nascimento (1) olhos (1) paranóia (1) parto (1) passeio (1) peso (1) piscina (1) praia (1) presente (1) protector solar (1) roupa (1) saldos (1) sentimentos (1) youtube (1)
Mostrar mensagens com a etiqueta no médico. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta no médico. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Conversa de caca!

Quando estamos grávidas almejamos não sermos mais uma mãe obcecada com o cocó do nosso bebé, algumas grávidas chegam mesmo a jurar garantir que não vão ser assim.


Mas quando eles nascem... principalmente para as mães de primeira viagem, é difícil não nos preocuparmos com a cor, o cheiro, a consistência e a frequência com que o nosso rebento faz o tal do cocó.

Depois... queremos falar sobre isso, como se nada mais interessasse no mundo.... mas as pessoas não estão para aturar a nossa conversa literalmente de caca. Só encontramos algum conforto noutras mães ou no pediatra, que já deve estar farto de ouvir tantas mães a falar de cocozinho lol

Mas porque é que nos preocupa tanto o cocozinho?
Os intestinos são um órgão que só amadurece após o nascimento, isto faz com os bebés sofram um bocadinho e os seus papás também.

Ora pois que os bebés não são todos iguais e uns fazem mais cocó que outros.
Habitualmente, os que são amamentados fazem depois de cada mamada e os que são alimentados a leite artificial tendencialmente fazem uma vez por dia.
Mas há bebés que chegam a fazer de três em três dias e estão bem e são perfeitamente saudáveis.

E como é nos primeiros dias?
Bom, primeiro... temos o mecónio, aquele cocó preto ou castanho-esverdeado que fazem nos primeiros dias.
E, é logo nos primeiros dias que podem começar os problemas, às vezes os bebés não fazem cocó sozinhos e é preciso estimular.

Mas o que raio é estimular? (foi exactamente o que pensei na primeira vez que me falaram no assunto)
Ora bem... estimular é...  ajudar o bebé a fazer cocó estimulando o esfíncter anal e deve ser usado apenas quando o bebé está obstipado,  quando vemos que está em sofrimento e não faz cocó há pelo menos mais de 24 horas. A estimulação pode ser feita com a ponta de um termómetro, de um cotonete ou com a cânula vazia de Bebegel (clister de bebé), esta é para mim a forma mais eficaz.
Devo confessar que as primeiras vezes que o fiz ao meu filho foi com muito receio e algum "nojo", agora já pareço uma profissional lol

Porém antes de passarmos ao estimulo propriamente dito devemos:
- assegurar-nos de que é realmente necessário, há bebés que fazem menos vezes cocó e estão bem
- acalmar o bebé, caso ele esteja com dores - se necessário dar um banho calmante
- fazer uma massagem na barriguinha, com movimentos circulares do umbigo para fora no sentido dos ponteiros do relógio
- fazer a ginástica das perninhas, dobrar as pernas do bebé contra a sua barriga várias vezes
- e só depois de tudo isto se o bebé continuar sem fazer cocó por si, estimular o rabinho

Podemos estimular o bebé sempre que acharmos necessário pois ele não vai ficar viciado nem preguiçoso, dizem os entendidos... no fundo, estamos só a dar uma ajuda porque às vezes eles não sabem bem onde é que têm de fazer a força ;)

Aconselho a que tenham um espaço amplo, deixem uma fralda por baixo, de preferencia um resguardo descartavel também e tenham muitos tissues ou toalhitas à mão :)

Agora que já falamos na frequência podemos passar à consistência!

Quando não estão obstipados = com prisão de ventre em que fazem um cocó duro e em bolinhas, os bebés fazem cocó mole que às vezes chega a ser liquido.

E então, se eles fazem cocós líquidos como é que sabemos se estão com diarreia ou não?
Ora pois que nos bebés pequeninos não é pela consistência mas sim pela frequência, ou seja, se o bebé costuma fazer cocó liquido duas vezes por dia e de repente passa a fazer sete ou oito, sem duvida está com diarreia. Neste campo ainda não tenho experiência, o pequeno ainda não sabe o que isso é. Por isso aconselho apenas que consultem o pediatra.

Então e o cheiro?
Vamos lá desfazer um mito - o cocó de bebé não cheira mal - cheira, cheira pois!
Mais uma vez, o cheiro depende muito da forma como o bebé é alimentado.
Se é verdade que com leite materno não costuma cheirar mal, há alguns leites artificiais que fazem os bebés cheirar bem mal... Mas atenção que eu tenho tendência para exagerar, bem mal numa escala de bebé... se acharem que o cocó do vosso bebé cheira mesmo, mesmo mal (enquanto está só a leite, se tem um cheiro fétido por exemplo) questionem o vosso médico!

Ora que só falta abordarmos o tema da cor. Também aqui há um variado leque de opções, qualquer cor do amarelo-mostarda ao verde é considerada normal.
O que não é normal são cores claras como branco, cinza, rosa ou avermelhado e cocó preto (depois dos primeiros dias) ou com sangue ou muco.

A primeira vez que o meu bebé fez cocó verde eu assustei-me bastante lol afinal não era nada de mais, é só o intestino dele a preparar-se para o que aí vem :)

Devo dizer que o que mais me faz confusão é mesmo não existir um padrão, ou seja, sem qualquer alteração na sua alimentação o bebé pode fazer cocó de várias cores, estar algum tempo sem fazer e precisar de ajuda. Como depois pode estar vários dias bastante regular. Coisas de mãe!


Caso pretendam ver algumas fotos que ilustrem aquilo que escrevi acima cliquem aqui.

Importante:
Eu não sou pediatra e este post não pretende substituir qualquer consulta médica, apenas partilhar a minha experiência enquanto mãe de primeira viagem. Sempre que tenham dúvidas consultem o médico assistente dos vossos filhos ou liguem para a Saude24.


sábado, 3 de agosto de 2013

Colares de âmbar - sim ou não?

Quem usa diz maravilhas, que funcionam mesmo, que as crianças tinham dores e choravam e que com o colar passou.

Estes colares são vendidos como um "analgésico natural" que em contacto com a pele dos bebés liberta óleos que ajudam a acalmar os incómodos do nascimento dos primeiros dentes.


No entanto, os técnicos de saúde dizem que são super perigosos e o seu efeito está longe de estar provado.

Não existem estudos científicos que comprovem a sua eficácia e, em vários testes realizados, verificou-se que se partem com facilidade, o que faz com que os bebés possam inalar ou engolir as pequenas bolinhas de âmbar. Existe ainda a possibilidade de asfixia e estrangulamento, as melhores práticas ensinam-nos que os pescoços dos bebés não devem ter adornos.

A União Europeia recomendou a sua retirada das lojas mas continua a ser muito fácil comprá-los on-line.

Então, sim ou não?
Não! Está visto que com todos os perigos enumerados nunca vou arriscar colocar um colar destes no pescoço do príncipe.

Quais são as alternativas?

Bom, pelo que tenho percebido são os mordedores, os velhinhos tubos de gel calmante e muito mimo! Isto ficará para outro post quando os dentes começarem a despontar por aqui :)

Chamem-me maluca ou prática lol mas fico apenas com uma dúvida, se são óleos que o âmbar liberta, em contacto com a pele dos bebés, porque não esfregar os bebés em óleo de âmbar ao invés de os sujeitarmos a colares potencialmente perigosos?

terça-feira, 30 de julho de 2013

Eu não amamento

E então?

Não me venham com lições de moral nem enumerar todas as vantagens da amamentação em exclusivo que eu já as conheço de trás para a frente.

Nem este post pretende ser um post sobre as vantagens da amamentação. Quem queira informações sobre essa questão pode obtê-las aqui e aqui e em milhões de outros outros sites na net.
Este post pretende, apenas e só, ser sobre a minha experiência com a amamentação. Nem sequer se pode considerar um artigo de opinião, a favor ou contra lol a amamentação em exclusivo.

Não amamento, não por opção, mas porque não foi, humanamente, possível.
E Deus e a malta cá de casa e a pedi do S e a psicóloga sabem bem como eu queria e o que eu sofri para tentar amamentar.

Mas não deu...

Fiz o mais importante, amamentei em exclusivo nos primeiros 5 dias de vida do S.

E foi um sofrimento, para ele e para mim!
Foi vê-lo a perder 18% do peso em 5 dias, a definhar, nem sequer já era o bebé bem disposto que tinha conhecido à nascença.

Nas primeiras duas semanas ainda tentei conciliar, primeiro a maminha e depois o suplemento.
Mas o que fazer? O puto não gosta de mamar, fazia caretas, chorava e com o leite adaptado era uma maravilha, emborcava aquilo tudo num ápice.

Quando percebi que não havia maneira de o obrigar a pegar na mama, também, tentei tirar o leite para lhe dar no copinho ou no biberão. E aí começaram outros problemas, não tinha leite suficiente.

Com muita mágoa e pena minha, acabei por desistir pois o leite secou por si.

Custou-me muito, fui-me muito abaixo... só chorava.

Mas ao ver como o meu filho começava a ganhar peso e voltava a ser o puto bem disposto, tudo começou a mudar.

Depois pensei na quantidade de pessoas que conheço (eu incluída) que não foram alimentadas com leite materno e que são super saudáveis, inteligentes, com grandes personalidades e grandes laços familiares e achei que estava a fazer um bicho de sete cabeças e não me estava a permitir aproveitar ao máximo a maternidade.

Tenho pena de não me ter sido possível amamentar mais tempo mas como vi algures na net: "mais vale um biberão com amor do que uma mama com dor!" (seja qual for o tipo de dor)

O meu filho é lindo e bem disposto, continua a ganhar peso, graças a Deus ainda não adoeceu e espero que continue assim por muitos e bons anos lol

Ah mesmo a acabar, só mais uma coisa... por favor, antes de criticarem, fazerem juízos de valor ou deitarem olhares recriminatórios a uma mãe quando esta diz que não amamenta pensem que por trás dessa decisão estará uma história igual a esta ou diferente mas, acima de tudo, está uma pessoa com sentimentos e numa fase em que as hormonas andam todas a fervilhar.

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Eu tive o meu filho na MAC e não gostei!

Eu tive o meu filho na MAC e não gostei (de muitas coisas)! Vá, crucifiquem-me à vontade!

Eu sei que anda por aí uma onda de defensores da Maternidade Alfredo da Costa e que, provavelmente, vou ouvir das boas por isto mas eu acho que a MAC devia fechar o quanto antes!!

Não devemos manter uma coisa que funciona mal só por tradição, que tal transferir as valências para outros hospitais mais modernos e com melhores condições? Não me choca nada. Choca-me mais a postura a MAC tem de continuar aberta. Mas porquê? Porque sim, porque já existe há tantos anos e a maioria dos lisboetas nasceu lá... ohpeloamordasanta... modernizem-se...

Podia ter tido o meu filho num privado mas como acredito no sistema de saúde português (e pago para ele) decidimos ter no publico, até porque se existissem complicações estaria melhor acompanhada eu e o bebé. Ora como sempre ouvimos maravilhas sobre esta maternidade lá optamos pela MAC em detrimento do novíssimo Hospital de Loures.

O mais incrível é que continuo a ouvir maravilhas, vai na volta fui eu que tive azar...
Uma coisa é certa, se tiver outro filho será num hospital publico mas não será na MAC mesmo que esta se mantenha aberta até ao fim dos tempos.... pelo menos se não levar umas obras valentes...

Vou aqui tentar enumerar algumas das coisas que não gostei.
Podem até existir mais, mas se não me lembro delas agora é porque não serão assim tão relevantes.

Não gostei da admissão para internamento no dia do parto, mais um bocadinho e tinha o miúdo na rua à porta da maternidade (sim, estavam cheios e não me transferiram para outra maternidade... assim era mais um miúdo a nascer ali, dá tanto jeito para as estatísticas)

Não gostei de, por terem demorado tanto tempo a admitirem-me, não ter havido tempo para poder optar  por se queria ou não levar epidural. (e a dada altura queria e queria muito hahaha)

Não gostei da enfermaria, onde estávamos 7 mães e respectivos bebés e comíamos ao lado do sitio onde fazíamos a higiene aos nossos bebés.

Não gostei de alguns enfermeiros que, numa maternidade amiga dos bebés, não tinham muita paciência para explicar questões relacionadas com a amamentação.

Não gostei de ter pedido soro para desentupir o nariz do meu filhote por duas vezes e nunca mo terem trazido. Benditas amostras que me lembrei de levar :)

Não gostei do pouco acompanhamento pediátrico tido durante a estadia.

Não gostei das instalações. Principalmente das casas de banho e cabines de duche, que eram limpas poucas vezes e haviam zonas que nem sequer eram limpas... quem tenha duvidas pode ver as fotos no fim (ponderei não as colocar porque me vão dar mau aspecto ao blog, mas que se lixe...)...

Não gostei das correntes de ar nos corredores. (tá bem, eu sei que se chamam corredores mas não sabia que era para irmos a correr...)

Não gostei da maneira como informam as puérperas sobre o que devem fazer depois de saírem da maternidade, entregam um mísero papel e nem há uma conversa. Há muito pouca humanidade em vários aspectos na MAC. Nunca há tempo para nada...

Não gostei de me terem levado o menino e de ele não ter estado comido na 1h30 que seguiu ao nascimento, porra até parecia que tinha sido uma cesariana mas não, foi mesmo parto natural.

Claro que houveram algumas coisas que gostei.
Gostei de ter conhecido o meu filho, de olhar para ele uma primeira vez e outra e mais outra, da sensação de incredulidade, da sensação indescritível do "É mesmo meu?! Estava dentro de mim!".
Gostei do sentimento de maternidade, da sensação/necessidade de termos de "defender a nossa cria de todos os males".
Gostei do primeiro sorriso.
Gostei da enfermeira Daniela, se não fosse ela o nascimento do S tinha custado e doido ainda mais.
Gostei de não ter levado epidural (há uma coisa de que me posso orgulhar, consegui! e sem epidural como as nossas mães e avós, sem mariquices lol)
Gostei do apoio incomensurável que o D. me deu e de o ver a cortar o cordão :)
Gostei do espaço "Nascer Cidadão"
Gostei do acompanhamento no pós-parto, já depois de ter tido alta.












As fotos...

Isto é um canto de uma cabine de duche e que
certamente não era limpo há alguns meses...

Isto é uma sanita que esperavam que mulheres que acabaram
de dar à luz, com risco acrescido de infecção, usassem...

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Olhos de bebé

Ai que grande susto que apanhei a primeira vez que o meu pequeno príncipe entortou os olhos.
E que impressão que faz...


Alguém podia ter-nos avisado que era normal não?


Agora já estamos descansados pois já somos pessoas informadas :)


Pelos vistos é perfeitamente normal os bebés entortarem os olhos até cerca dos seis meses...


Quando nascem os bebés têm a visão muito pouco desenvolvida, possuem lacunas importantes na capacidade de focar, discriminar imagens e a capacidade dos músculos que movimentam os olhinhos é ainda rudimentar. 


Por isso, ao nascer existe uma grande incapacidade de coordenação dos movimentos oculares, o que resulta, com frequência, um aparente estrabismo.


Nos primeiros meses de vida as partes do cerebro responsaveis pela visão estão ainda em desenvolvimento e só a partir do terceiro ou quarto mês é que começa a ser capaz de fundir as imagens provenientes dos dois olhos. Aliando este desenvolvimento a uma cada vez melhor capacidade e coordenação motora, o alinhamento definitivo dos eixos visuais deve ocorrer entre os 4 e os 6 meses.


Ou seja, só nos devemos preocupar e procurar um especialista se depois dos 6 meses o "estrabismo" persistir.


De qualquer maneira, os nossos bebés terão sempre os olhares mais lindos do mundo!! :D



terça-feira, 16 de julho de 2013

Picas e Percentis (e mais um susto para a colecção)

Esta semana não tem sido fácil e ainda hoje é terça feira!!

Segunda-feira vacinas, 3 picas grandes e o que ele chorou... ui como custa estar a segurar-lhe as perninhas enquanto a enfermeira lhe faz estas maldades...

Vá lá que não houve febre na reacção às vacinas, só muita rabugice e muito mimo.

Terça-feira pediatra. Ficamos contentes porque estamos com mais de 5kg, quase no percentil 50. Podemos esquecer o susto da perda exagerada de peso dos primeiros dias de vida que nos levou ao hospital aos 5 dias. Na altura estamos no bom caminho também perto do percentil 50 com 47,5.

Agora a cabecita parece que está pequenita, perímetro cefálico ali um bocadinho abaixo do percentil 25. Ora ganhamos mais uma consulta para ir medir a cabecinha daqui a um mês e mais um susto para a mamã.
Mas como diz a Drª, provavelmente, não é nada e só sai ao pai que tem cabeça pequena!

De qualquer forma, vamos estar alertas e ver a evolução. Daqui a um mês haverão mais noticias sobre esta cabecita.

Ora fico para aqui a pensar que isto dos percentis é tramado. Já tinha percebido durante a gravidez que não devemos dar demasiada importância a isto. Afinal são só medidas de desvio padrão à média... mas quando nos dizem que o nosso filho não está se a desenvolver, em algum aspecto, como deveria a conversa muda substancialmente de figura. Lá se vai toda a teoria de que não devemos stressar com isto...

A Drª foi sincera e explicou muito bem que ele pode ter a cabeça pequena ou pode ter os ossos a fecharem cedo demais e até pode precisar de uma operação se assim for. Mas eu voto na cabeça pequena!!! :)

Vamos (tentar) esperar com calma e serenidade até à próxima consulta, até porque ele está a desenvolver-se bem em todos os outros aspectos e não aparenta ter qualquer problema neurológico. A pediatra diz que ficou mais alarmada na primeira consulta com a perda de peso exagerada que ele tinha do que agora, mas eu não consegui evitar de ficar tremendamente preocupada. Afinal, nenhuma mãe quer ver o seu filho num bloco operatório e eu tenho tendência a pensar sempre nos cenários mais negativos. Habituei-me a isso para não criar demasiadas expectativas, mas se calhar no que toca ao meu filho vou ter de começar a ser mais optimista.

Quando me diziam que com um filho são sustos atrás de sustos, não mentiam. É mesmo verdade, passa um vem outro. Vamos lá fazer, então, uma colecção de sustos que mãe sofre..

Vamos esperar mais este susto passar para depois poder dizer que prefiro um filho com cabeça pequena do que um cabeçudo :)